Um projeto desenvolvido na Universidade do Estado do Colardo utiliza plantas manipuladas para a detecção de explosivos. Quando detectam a presença de elementos quimícos semelhantes aos que são encontrados em bombas, as plantas mudam para a cor branca.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Quem jamais sonhou em descobrir um planeta?
Tudo bem, alguns nunca pensaram nisso. Mas aqueles que ainda tem essa vontade, agora podem saciá-la. Pesquisadores da Universidade de Yale desenvolveram uma solução que foi aproveitada pela NASA. Basta acessar o seguinte site www.planethunters.org e fazer seu cadastro.
Fazendo isso, qualquer pessoa pode se tornar um "desbravador do universo" e descobrir novos planetas. Graças aos gráficos divulgados pela NASA ao usuário, os quais representam a variação de luminosidade de uma determinada estrela. O segredo para achar um novo planeta orbitando é analisar corretamente essas "curvas de luminosidade".
O telescópio espacial Kepler é o responsável por fornecer os dados brutos. Lançado em 2009, foi apontado para a região da Via Láctea com maior densidade de estrelas. A partir daí, pode-se ter uma ideia da quantidade de informação recolhida, apenas esperando para serem estudadas.
"O truque é fazer muitas pessoas olharem para os mesmos dados", explica Kevin Schawinski, astrônomo de Yale e um dos idealizadores do projeto. "Se uma pessoa sugere que há um trânsito, vai saber? Mas se oito em dez dizem a mesma coisa, provavelmente é bom darmos uma olhada de perto."
"Pessoas e algoritmos de computador são boas em enxergar coisas diferentes. No caso de curvas de luminosidade, um ser humano tem muito mais chance de enxergar um planeta com um baixo número de trânsitos numa estrela de brilho variável. Em situações assim, o reconhecimento de padrões humano ainda é muito mais poderoso que o de computadores." (J.C. 24 de janeiro de 2011)
Que tal experimentar e começar a fazer colaborações a ciência?
Vitor S. Chagas - Editor do Clave de Pi
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Monte sua bateria [Kitbuilder]
Um "programa" muito bacana da Dw é o Kitbuilder, com ele você pode montar sua batera do jeito que quiser, escolher o tamanho das peças, a série, entre outras coisas, e além disso é tudo Dw. Mesmo que você não compre (só se você tiver uma grana boa...rsrs) é legal "brincar" com esse "programa".
Veja também em Som Batera.
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Escher - Um artista Singular
Maurits Cornelis Escher nasceu em 1898, em Leeuwaden, sendo o filho mais novo do Engenheiro hidráulico G.A.Escher.
Aos 13 anos, Escher ingressou numa escola secundária em Arheim. Foi considerado um péssimo aluno e sendo reprovado duas vezes pelos professores. Em 1919, Escher foi para Haalem, com intuito de estudar na Escola de Arquitetura e Artes Decorativas sob orientação do arquiteto Vorrick, porém o seu estudo de arquitura não durou muito tempo. Samuel Jesserun de Mesquita, um professor que ensinava técnicas de gravura artística, verificou o talento do aluno e convenceu com que ele mudasse para o curso de Artes Decorativas, Mesquita tornou-se o professor principal de Escher durante os primeiros anos.
Até princípios de 1944, quando Mesquita, juntamente com sua mulher e o filho, foi preso e assassinado pelos alemães nos campos de concentração, Escher manteve-se em contato com seu professor.
Durante a sua estadia na Itália, no peíodo de 1922 a 1935, Escher desenvolveu suas primeiras xilogravuras das paisagens pitorescas da Itália. Casou-se com a jovem Jetta Umiker durante uma das viagens para sul da Itália, com quem teve três filhos. Em 1935, o clima político na Itália tornou-se impossível para Escher, desinteressado em questões políticos, mudaram-se para Chateaux-d'Oex, na Suíça. A estadia nesse lugar foi de apenas dois anos.
Em 1937, a família mudou-se para Ukkel, na Bélgica. Quando a guerra começou, tornou-se psicologicamente difícil viver na Bélgica para alguém de origem holandesa, pois muitos belgas tentaram fugir para o sul da França e entre os que ficavam crescia um surdo ressentimento contra os estrangeiroa que desgastavam os já decrescentes provisões alimentícios. Em janeiro de 1941, Escher mudou-se para Beern, na Holanda. Foi lá onde o artista teve o sossego de desenvolver seus trabalhos mais ricos da sua carreira artística. Em 1962 submeteu a uma grave operação por causa de uma doença, daí em diante produziu poucas obras. Em 1970, mudou-se para a Casa-de-Rosa-Spier em Laren, uma casa onde os artistas idosos podiam ter os seus próprios estúdios e serem cuidados, ali faleceu em 27 de março de 1972.
Fonte: http://www.bancodedadosvisual.hpg.ig.com.br
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Escher não era matemático propriamente dito, mas suas obras fazem-os refletir nas belezas da geometria e na criatividade do ser humano.
Hoje, pude ir e comteplar várias obras deste grande artista. Junto com o nosso colaborador, o professor Vladimir, fomos ao Centro Cultural Banco do Brasil, onde está acontecendo uma exposição intitulada "O Mundo Mágico de Escher". Além de nos divertimos, ficamos maravilhados com os trabalhos da vida desse artista. Vale a pena conferir. Se você tiver tempo, creio que será compensador. A entrada é franca, e além da exposição de Escher, tem várias outras exposições no CCBB. Visitamos o museu do dinheiro também, o qual mostra todas as moedas que já existiram no Brasil, e de vários outros países.
Mais informações sobre a exposição Clique Aqui.
Algumas imagens deste grande artista:
A água está subindo ou descendo? ( No desenho acima). Descubra indo a exposição.
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Vida de Físicos e matemáticos
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Cientistas encontram bactérias vivas enterradas em sal há 34 mil anos
Halita conservou seres vivos
Um complexo ecossistema de bactérias devoradoras de sal sobrevive há 34 mil anos enterrado em fluidos no interior de minerais de Death Valley e Saline Valley, no estado americano da Califórnia, tal como revela um estudo publicado nesta quinta-feira.
A halita, como se denomina o mineral formado por cristais de cloreto de sódio, foi o lar dessas bactérias, procariotas e eucariotas, durante dezenas de milhares de anos, segundo o estudo, publicado na edição de janeiro da revista da Sociedade Geológica Americana, "GSA Today".
Segundo o principal autor do texto, o cientista Brian A. Schubert, do Departamento de Estudos Geológicos da Universidade do Estado de Nova York, as bactérias estão vivas, mas a vida delas é limitada à sobrevivência, pois não usam energia para nadar nem se reproduzir.
A base de sua sobrevivência é um organismo unicelular, chamado alga Dunaliella, presente em muitos sistemas salinos. Esse organismo produz carvão e outros metabolitos que servem de sustento às bactérias.
Assim, os organismos podem sobreviver, durante períodos imprevisíveis, flutuando em fluidos no interior dos minerais.
"A parte mais emocionante (da pesquisa) foi quando pudemos identificar as células de Dunaliella nos cristais, porque eram indícios de que poderia haver uma fonte de alimento", explicou Schubert ao site Our Amazing World.
O rápido crescimento dos cristais de sal, que envolvem todos os fluidos em pequenas borbulhas protegidas em seu interior, é outra das razões da surpreendente longevidade das bactérias, segundo o estudo.
A pesquisa de Schubert e sua equipe não é a primeira descoberta de organismos tão antigos, pois já foram publicados inclusive estudos que falam de bactérias vivas de mais de 250 milhões de anos, mas é a primeira em que os cientistas comprovaram suas conclusões repetindo os testes.
Segundo Schubert, a prova de que seu estudo não é manipulado é que conseguiu fazer com que os organismos voltassem a crescer uma segunda vez, e quando enviou os cristais a outro laboratório, obteve os mesmos resultados.
Os cientistas ainda não determinaram, no entanto, como as bactérias conseguiram sobreviver durante tantos milhares de anos com o sustento tão mínimo que a alga lhes proporcionava.
A equipe pretende agora aprofundar essa pesquisa e contrastá-la com outros estudos que exploram a vida microbiana na terra e no sistema solar, onde existem materiais de inclusive bilhões de anos de idade que são potencialmente capazes de abrigar microorganismos.
Por enquanto, Schubert e seus colegas conseguiram algo pouco comum: que bactérias se reproduzam pela primeira vez em milhares de anos.
Cinco dos 900 cristais de sal analisados pela equipe produziram novas bactérias vivas, indicou Schubert. Segundo ele, os micróbios demoraram cerca de dois meses e meio para "despertar" de seu estado de letargia antes de começar a se reproduzir.
(Efe)
(Terra, 13/1)
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Notícias
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Feliz 2011
Aos nossos queridos seguidores e aos que nos ajudam a continuar esse blog, um ótimo ano de 2011 para todos vocês.
Assim como 2011 é um número primo, que ele esse ano seja singular para você também.
Um grande Abraço!
Assim como 2011 é um número primo, que ele esse ano seja singular para você também.
Um grande Abraço!
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Seria a matemática um bicho de sete cabeças?
Recebi um e-mail de meu amigo Vladimir Thiengo (colaborador) no qual havia um artigo do Jornal da Ciência, cujo título "Matemática, o bicho-papão também da universidade" me despertou curiosidade e interesse. O artigo trata do problema que diversos alunos de graduação em ciências exatas têm com uma disciplina chamada "Cálculo". Essa disciplina está entre as primeiras destas graduações e é pré requisito para diversas matérias. Tudo bem, quem durante o ensino médio ou fundamental não conheceu alguém que tinha uma grande dificuldade em matemática ao ponto mesmo de repudiá-la? Mas, como explicar que alunos que escolheram verter por esses caminhos, exatemente por serem bons com números, tenham tanta dificuldade nessa disciplina?
As universidades estão sendo forçadas a suprir a falta de preparo dos alunos. Na UFF (Universidade Federal Fluminense) por exemplo, os alunos têm uma grande revisão de matérias do ensino médio antes de aprender cálculo I. E ainda assim, muitos ficam reprovados.
Esse artigo do JC mostra uma iniciativa louvável para tentar amenizar o problema. Um professor em Brasília, leciona cálculo a seus alunos de ensino médio como uma atividade extraclasse para os que se interessam, sem cobrar nada. Essa atitude deveria ser implementada por outras escolas. Pois, quem já passou ou está passando por essa matéria sabe o quão desesperadora ela é. Quem não teve dificuldade, pelo menos viu pessoas em volta arrancando os cabelos.
Particularmente, creio que o problema não seja a cobrança dos professores das universidades. Eles tem de ser muito exigentes mesmo. A grande questão é a falta de base com a qual os estudantes chegam as faculdades. Cálculo não é nenhum "bicho de sete cabeças", ou não deveria ser àqueles que escolheram esse caminho. Mas é de fato, uma matemática muito diferente daquela ensinada nas escolas, por isso há um choque tão grande por parte dos alunos. As escolas deveriam prepara-los melhor para seu futuro. De nada adianta aprova-los para vestibulares, se eles vão ficar reprovados logo nas primeiras disciplinas de suas graduações.
Quem quiser ler o artigo original do Jornal da Ciência: Matemática, o bicho-papão também da universidade
E para quem quiser conhecer um pouco mais sobre essa disciplina veja o site abaixo:
E-cálculo - "Esse site é fruto de um projeto aprovado pela Pró-Reitoria de Graduação da Universidade de São Paulo (USP)"
Vitor S. Chagas - Editor do Clave de Pi
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Matemática
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Te ensinaram errado, gravidade não é somente uma aceleração
O que é gravidade? É simplesmente uma aceleração, ou é algo muito mais complexo que estamos prestes a descobrir? O intuito deste pequeno texto é mostrar como o avanço da física e a chamada “teoria M” estão bem próximos de responder esta indagação. Não sou especialista em física quântica, mas não posso ficar parado nem quieto ante tão maravilhosa descoberta.
Antes, você precisa saber o que é e o que diz a teoria das cordas. ( Acesse esse link : http://clavedepi.blogspot.com/2009/12/teoria-m.html). Se você já entende um pouco, continuemos.
Bem, em nosso universo existem forças. A força gravitacional, a força eletromagnética, a força que “cola” os átomos, que chamarei de força nuclear forte, e a força responsável pelo decaimento radioativo, que chamaremos de força nuclear fraca. Newton foi o “descobridor” da força gravitacional. Esta força que faz os planetas girarem em torno das estrelas e faz as coisas caírem no chão. Temos o costume de achar que a força gravitacional é muito forte, porém ela é muito, muito, mas muito fraca mesmo se comparada às outras. Só para termos uma noção, se formos compara a força da gravidade com a força eletromagnética, a força eletromagnética é aproximadamente 1000000000000000000000000000000000000 (um seguido de 35 zeros) mais forte que a gravitacional. Mas por que toda essa diferença? É o que tentarei explicar.
A teoria das cordas diz que, dentro de todos os quarks (que compõem o nêutron e o próton dos átomos), existam cordas de energia que vibram de formas diferentes. Cada vibração representa um tipo de partícula diferente. Mas, para essa nova teoria ser válida, digamos que seriam necessárias, além das 4, mais 7 dimensões, totalizando 11 delas. E implicaria a existência de alguns infinitos universos paralelos. Mas, não irei focar neste assunto, apesar de ser interessantíssimo. O que quero focar é uma singular partícula chamada “gráviton”. Para entendermos um pouco melhor, temos que deixar claro que as forças acima citadas interagem através de partículas, o que não irei me aprofundar neste post, mas, segundo esta teoria a força gravitacional seria “causada” pelos grávitons. Os grávitons são singulares por apresentarem uma corda circular e de baixa energia. Mas, então por que a gravidade é tão fraca?
Uma das grandes e mais interessantes implicações da teoria das cordas é que, as partículas grávitons podem “sair” de nosso universo, e ir para outros universos paralelos. Devido a sua forma singular, ela simplesmente dá uma escapada, e consegue atravessar a membrana que separa os universos. Então, imagine a gravidade como um líquido, que pode escorrer livremente entre este universo e os outros adjacentes. Bem, o que temos de gravidade em nosso universo é apenas parte de um todo. Sendo assim, a força gravitacional pode sim ser tão forte quanto as outras, ela apenas flui entre os universos. O único problema é que conseguir provas da existência e “flagrar” a partícula gráviton saindo de nosso universo e indo para o outro é meio complicado. No entanto, para isso estão os aceleradores de partículas. Por isso, torçam para que consigam logo achar o gráviton e que consegamos estudá-lo com mais clareza.
Será então, que seria possível a comunicação entre os universos através de ondas gravitacionais? Será que num futuro distante, poderemos nos comunicar com os seres de outros universos por um aparelho parecido com o celular? Bem, não é tão impossível. Contudo, se algum dia conseguirem, por favor, não se esqueçam de divulgar nosso blog.
Jhonatas Alfradique – Editor do Clave de Pi
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Física
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Feliz Natal
Queridos leitores,
E lembrem-se caros leitores, vocês são nosso maior presente. Obrigado pela confiança!
Nós do Clave de Pi desejamos a vocês um feliz natal.
Para os cristãos: festejem porque este dia representa o nascimento do mais importante homem da história. Aquele que transmitiu conhecimentos que perduram há dois mil anos. Lembrem-se do valor desta data. E principalmente do principal ensinamento Dele, "ame ao próximo como a ti mesmo".
Para aqueles que não acreditam: festejem, esta é uma excelente data para reunir a família e os amigos. Esperamos que ganhem muitos presentes!
E lembrem-se caros leitores, vocês são nosso maior presente. Obrigado pela confiança!
Feliz Natal.
Dos editores,
Jhonatas Alfradique e Vitor S. Chagas
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